sexta-feira, janeiro 20, 2012

_Sortes de Gaiola_: Eles bem convocaram os correlegionários mas eles c...

http://www.youtube.com/watch?v=L51BxWBnQQQ

_Sortes de Gaiola_: Eles bem convocaram os correlegionários mas eles c...

correligionários

quinta-feira, dezembro 13, 2007

"ASAE, fechaste o restaurante ao meu pai"

Estas carinhas larocas são a ASAE. Eu pessoalmente estou farto como o caraças destes germofóbicos com fome de dinheiro que pode ser ou não limpo, aí já não há perigo público.

Inspector-geral
Dr. António Nunes

Subinspector-geral
Dr. Francisco Lopes

Subinspector-geral
Eng. Jorge Reis

Subinspector-geral (Director Científico )
Eng. Manuel Barreto Dias

Vai daí o António Barreto também concorda comigo e fez uma petição. Aqui: http://www.petitiononline.com/naoasae/petition.html
Apetecem-me castanhas assadas em papel das páginas amarelas mas... guess what - gone.
Leiam o resto que já era aqui:
http://bp2.blogger.com/_s_KXjYCb7zg/R1VB3IRXiRI/AAAAAAAAABM/lYPCzMa51CU/s1600-h/ASAE.bmp
É que só nos faltava mais esta. Dass...

sábado, agosto 18, 2007

Foto-denúncia


"O regulamento da Câmara da Marinha Grande proíbe obras particulares nas duas principais praias do concelho durante a época balnear. Mas o que é interdito aos munícipes parece não o ser à autarquia. Afinal, em pleno Verão iniciaram os trabalhos para a remodelação do parque infantil junto ao Bambi, em São Pedro de Moel."
in Regiao de Leiria edição de 17 Agosto 2007

terça-feira, julho 10, 2007

E NÓS, O QUE SOMOS?

AS OBRAS NO LIDL NON-STOP

Nós cidadãos, o que somos? Eu sinto-me um parvo estúpido, sinceramente, pois é isso que por vezes nos fazem sentir. São 2h30 da manhã de segunda-feira, e na vez de estar a dormir para amanhã trabalhar cedo, não, estou sentado ao computador a escrever, a escrever e a saltar ao mesmo tempo tamanha é a turbulência das escavações das obras que fazem aqui mesmo ao lado do meu quarto, no Lidl. Pela primeira vez senti-me na obrigação de fazer queixa na policia devido ao nível de, não só ruido, mas também tremor de terra que aqui ao lado acontece, porque para além da impossibilidade de conseguir adormecer, também já me doi a cabeça de tanto tremer. Passados alguns dias e muito barulho, durante o dia e a noite, nas obras que estão a fazer no supermercado Lidl que pelo menos até às 5h00 da manhã me lembro das ouvir, decidi fazer queixa pois chegou a um ponto que a tolerância se foi, e era muita, a que eu aqui tinha, diga-se de passagem. Da policia dizem-me que com certeza, até já devia era ter telefonado antes, e assim foi, isto era cerca de 1h10. Depois recebo de volta um telefonema da PSP em menos de 10 minutos a dizer que as obras tinham uma licença especial e que nada podiam fazer, só indo à Câmara Municipal e expor a situação. Espero ter tempo e paciência para o fazer, mas hoje sou um parvo/cidadão que nada pode fazer e está a ser nitidamente enrabado por esses todos que tiveram caneta e trocos para assinar uma qualquer licença que eu nem sei o que é, mas que muito me tem lixado a cabeça com tanto barulho e turbulência, mas que nada disso interessa, está assinadam, segundo as autoridades... E pronto quem sou eu? Sou um badameco que não pode estar em casa descansado às tantas da manhã, mas não interessa, os homens assinaram o papel. Mas que raio de licença especial existe para que uns "massacrem" os outros? Às vezes só apetece dizer que, só fazem como não devem! É impressionante. Olha, durmam bem!

segunda-feira, dezembro 25, 2006

É O BLOG!

Com a Internet chegaram os Blogs. Com os Blogs chegaram novas formas de debate, discussão, partilha de ideias, e quanto a mim, a mais duvidosa, interessante e imprevisivel, a nova forma de fazer politica. Será o Blog uma ferramenta credivel, valiosa e prestável para tal? Com certeza já muitos se renderam a ele, mas talvez existiram outros tantos que não o consideram suficientemente apropriável ou sério para debate ou fazer politica. Quanto a mim trouxe-nos a oportunidade de estar mais próximos uns dos outros de uma maneira práctica e confortável. Sendo assim, concluo que é bom e positivo para uns mas não tanto para outros. É o Blog!

quinta-feira, novembro 16, 2006

Afinal, investir na cultura também compensa em termos económicos

Afinal, investir na cultura também compensa em termos económicos. Basta ver este trabalho do jornal "Público", de 16 de Novembro. Ao contrário do que os nosso governantes e a maior parte das autarquias portuguesas (incluindo a Marinha Grande), a cultura - no seu sentido lato e não só destinada a elites. Isto é, cinema, música (moderna, erudita, pop, rock, jazz e blues, folclore e etc.), teatro, dança, artesanato, turismo cultural, etc.) – não é aquela coisa em que só se gasta dinheiro e não há retorno. Afinal, a “coisa” é o terceiro maior contribuinte para o PIB (Produto Interno Bruto) nacional e pode mesmo “salvar cidades”. Com a indústria tradicional deste concelho a definhar é altura de procurar novos caminhos. Deixo-vos com o texto para reflectir:.

É a cultura, estúpido!

Um estudo da União Europeia mostra que a cultura contribui mais para a economia dos 25 do que os automóveis. Por isso deve passar a ser uma prioridade. Exemplos como o Guggenheim de Bilbau, que "salvou a cidade", atestam o poder de um sector que tem sido ignorado por os governantes acharem que é um custo, em vez de um investimento. Em Portugal, é o terceiro principal contribuinte para o PIB, a seguir aos produtos alimentares e bebidas. Por Joana Gorjão Henriques

O sector cultural e criativo contribuiu para 2,6 por cento do Produto Interno Bruto da União Europeia em 2003, mais do que o imobiliário e produtos alimentares e bebidas, revela o estudo A Economia Cultural na Europa, encomendado pela Comissão Europeia à KEA, European Affairs e apresentado ontem em Bruxelas.
As conclusões deste estudo com mais de 300 páginas são surpreendentes e levam o responsável da KEA a dizer que a União Europeia deve reflectir sobre a importância da criação, porque aí "é competitiva a nível mundial" (ver entrevista).
O conceito de sector cultural e criativo usado é lato e inclui indústrias culturais como o cinema, media e sectores criativos como a publicidade e o turismo cultural e o sector tradicional das artes (ver definição).
Os investigadores ressalvam que não há instrumentos estatísticos comuns na União Europeia (UE) e recomendam uma uniformização para a sua fiabilidade. De qualquer forma, estes "são números muito conservadores", ou seja, até podem estar abaixo da realidade, disse Philippe Kern, director da KEA. "Nós contámos 15 por cento de turismo cultural no bolo total do turismo, o que não é nada exagerado."
Com um volume de negócios superior a 654 mil milhões de euros em 2003, mais do que o dos automóveis, o sector está a crescer mais (12,3 por cento) do que o resto da economia.
O peso no emprego também é significativo: em 2004 empregou 5,8 milhões de pessoas, o que representa 3,1 por cento do total de empregos na Europa dos 25 e corresponde à soma da população activa da Irlanda e Grécia. E, enquanto o emprego decresceu na UE, aqui cresceu 1,8 por cento. E é um emprego qualificado: 46,8 por cento dos trabalhadores têm pelo menos um curso universitário (contra 25,7 por cento do global e 31,9 por cento em Portugal). O emprego cultural é "atípico" e alguns dirão que é a imagem do trabalho do futuro, diz o estudo: mais flexível, mais móvel, mais qualificado e assente na liderança de projectos.
Em Portugal este sector contribuiu para 1,4 por cento do PIB em 2003, ou seja, foi o terceiro contribuinte. Mas quem mais contribuiu para a economia do sector foram França, Reino Unido, Alemanha, Itália e Espanha (juntos totalizam três quartos). É para a economia da França, do Reino Unido, da Noruega, da Finlândia e da Dinamarca que este sector tem maior importância: representa mais de três por cento do PIB. Mas há outros países de pequena dimensão onde a percentagem é igualmente alta (entre 2 e 3 por cento), como a Estónia, a Eslovénia ou Eslováquia.
Um outro estudo citado, da consultora americana PriceWaterhouseCoopers, indica que a Europa foi a segunda maior região a gastar dinheiro em bens e serviços culturais, de media e entretenimento, sendo o Reino Unido o maior contribuinte. E estima que na Europa haverá um crescimento anual de 7,7 por cento até 2009 no mercado do "entretenimento filmado", um decréscimo das vendas de música no formato tradicional e um crescimento de 7,2 por cento no mercado digital.
O estudo lembra que o sector cultural e criativo continua a ser largamente ignorado e que só recentemente começou a haver interesse em medir os seus desempenhos socioeconómicos. Um dos motivos, aponta, deve-se à resistência em analisar a cultura da perspectiva económica e de os governos acharem que é sempre um custo, em vez de um investimento.

Como explicar crescimento
Mas afinal a que se deve este crescimento? Para já, a cultura gera produtos e as sociedades dão-lhes cada vez mais importância como produto de consumo, dizem. "A procura por uma cada vez maior diversidade cultural de produtos é indicativa do comportamento do consumidor pós-moderno: os consumidores procuram diferenciar-se eles próprios, apropriando-se dos signos e valores que marcam produtos específicos."
À medida que o nível de educação aumenta, também aumenta a procura de cultura, acrescentam, como aumentam os tempos de lazer a ela dedicados. Além disso, nota, os benefícios que traz à economia europeia não se restringem ao consumo: é usada indirectamente pelos sectores não culturais como fonte de inovação. Já há países empenhados em apostar neste sector, como o Reino Unido. É a tomada de consciência daquilo que "os Estados Unidos perceberam há muito": "O poder da imagem e da música para exportar o seu way of life e o sonho americano."
Apesar dos bons resultados, o estudo chama a atenção para a necessidade do apoio público no sector cultural: por razões democráticas, educação, partilha de valores, construção de identidade, coesão social, etc.


Cultura é o terceiro contribuinte para o PIB português


Qual é a importância da cultura e criação no produto interno bruto, PIB, português? 1,4 por cento, diz o relatório da União Europeia A Economia Cultural na Europa, apresentado ontem em Bruxelas.
Isto significa que a cultura - aqui entendida num sentido lato (ver caixa) - é o terceiro principal contribuinte para o PIB português (dados de 2003), logo a seguir aos produtos alimentares e bebidas, e aos têxteis (1,9% cada).
A divisão feita no estudo da União Europeia (UE) inclui oito grandes sectores económicos e a lista, para o caso português, termina assim: 0,8 % do PIB vem do sector químico e fibras sintéticas; 0,7% das maquinarias e equipamentos; 0,6% do imobiliário e 0,5% cada para a informática e o sector dos plásticos e borracha.
Mas que retrato fica da economia cultural e criativa portuguesa? Em concreto, os números do volumoso estudo (tem 334 páginas) mostram um Portugal cultural susceptível de várias interpretações, com alguns dos piores valores da Europa dos 25, mas, ao mesmo tempo, com crescimentos destacados pelos próprios autores.
A Economia Cultural na Europa revela que, entre 1999 e 2003, o contributo do sector cultural para o PIB português cresceu 6,3% (é impressionante ver o crescimento da contribuição da cultura para as economias do Leste: a Lituânia cresceu 67,8%, a República Checa 56%, a Letónia 17%, a Eslováquia 15,5%).
Em Portugal, o volume de negócios do sector cultural aumentou a uma taxa média anual de 10,6% entre 1999 e 2003, o dobro da média global da União Europeia - 5,4%. De novo, os mais dinâmicos são os países do Leste.
Com 1,4% de PIB, Portugal está num grupo de países que contribuem com 1 a 2% para as suas economias: Grécia, Hungria, Irlanda, Letónia, Lituânia, Polónia, Bulgária, Roménia e Áustria (que tem a percentagem mais elevada deste subgrupo: 1,8%). Numa visão global, a França, a Itália, a Holanda, Noruega e Grã-Bretanha são os países cujos sectores culturais e criativos têm as contribuições mais altas para os seus PIB. São os cinco maiores países da União Europeia que contribuem com três quartos da economia do sector cultural e criativo da Europa.

Poucos universitários
No retrato mais negro, Portugal é, por exemplo, o país com menos universitários a trabalhar no sector da cultura: 31,9%. Dos 25, só sete países têm menos de 40% de universitários na cultura e criação (Áustria, Eslováquia, Itália, Malta, Portugal, República Checa e Suécia). Portugal e Malta são os países com maior percentagem de trabalhadores que não fizeram, sequer, o secundário.
A União Europeia não consegue encaixar Portugal em nenhum dos três grandes modelos da economia cultural que identifica: não está no modelo britânico (o das indústrias criativas), nem no francês (indústrias culturais), nem no nórdico (economia da experiência). Não é claro se esta ausência tem a ver com falta de dados nas mãos da União Europeia, ou com falta de posicionamento político de Portugal.
Ontem, em Bruxelas, a directora-geral da Cultura da Comissão Europeia, Odile Quintin, elogiou, segundo a agência Lusa, o Programa Operacional de Cultura português, o primeiro da UE. Bárbara Reis

sexta-feira, novembro 10, 2006

basta


filho da puta

quarta-feira, agosto 09, 2006

Uns Ao Sol, Os Outros Na Sombra

Passaram mais de seis meses desde que eu escrevi o último desabafo neste Blog. Lembro-me que na altura tentava-mos discutir se este executivo estava preparado ou não para cumprir os seus objectivos, para liderar a construccão das nossas necessidades, ou cumprir aquilo a que se comprometeram quando elaboraram o programa eleitoral. Peco desculpa por escrever de tão longe, mas ás vezes tento saber como correm as coisas na Marinha Grande, e se os jornais já não funcionam bem no papel, na Internet fico com pior ideia. Por isso vos pergunto… Há alguma coisa de relevada importância que tenho perdido? Ou a praia e o mar, agora, são tudo?

quinta-feira, fevereiro 02, 2006

Esperamos tanto...

Vou usar este nosso espaço...
Vai ser um bocado em jeito de desabafo, e espero que não se chateiem comigo por isso. Mas estou tão farto que só me apetece gritar e dizer asneiras.
Tempo, relógio, esperar e rotina são as palavras que eu gosto menos.
Tenho um problema... Não consigo trabalhar bem com o tempo, ou pelo menos não consigo trabalhar como as pessoas que estão em meu redor parecem conseguir. Isso chateia-me muito... Estou muito farto de esperar, quando espero não me consigo abstrair do relógio, do tempo. Mas isso sou eu... Eu também fico desconfortável quando tenho que deixar alguém à minha espera. Muito desconfortável mesmo.
Ok... Aproveito e peço desculpa aqueles que já, de alguma forma, esperaram por mim, espero que não os tenha chateado tanto como às vezes me chateiam a mim, mas acreditem que sempre fiz os possíveis para não falhar muito, e não me parece que a maioria das pessoas que me rodeiem o façam.
Isto tudo porque estou farto de esperar pelo estado, pelos ministérios, pela autarquia, pela segurança social, pelas finanças, pelos colegas, pelos amigos, pelas pessoas que trabalham comigo, e pelas pessoas que não trabalham comigo, ou seja, estou farto de esperar por um país. E custa-me muito esperar por tudo...
Ás vezes devia ter mais calma, eu sei.
Tenho para mim que quase tudo funciona em câmara lenta, como na televisão.
Valerá a pena esperar por um país assim?

terça-feira, janeiro 24, 2006

Semáforos do Plus

Alguém me sabe dizer qual é o benefício daqueles semáforos? (Além de podermos contemplar aquele cubiculo durante 10 minutos.)
Para quem não conhece, experimente vir de Leiria para a Marinha Grande perto das 18h00.

segunda-feira, janeiro 23, 2006

PDMs

O Presidente da Câmara foi visto a jantar com o PDM (Presidente Do Marinhense). Em cima da mesa terá estado o PDM (Plano Director Municipal) e a perspectiva de construir mais uma grande superfície junto ao estádio sem o conhecimento dos PDM (Palermas Dos Marinhenses). É a chamada PDM (Política de M...)

quinta-feira, janeiro 12, 2006

Fim do período de nojo

Depois de cumprido um período de nojo, o Marinha Grande que Futuro regressa. A nova Câmara já teve tempo de “arrumar” parte da casa e já é tempo de haver decisões. Para além das “opiniões” pessoais do vereador do PSD, Artur Pereira de Oliveira, pouco se sabe das opções a tomar pelo novo executivo.
As dúvidas continuam:

1) Quais são as linhas estratégicas para estes quatro anos de mandato?
2) Para quando o saneamento?
3) O que se vai fazer em relação ao Mercado Municipal? – Constrói-se um novo. Aproveita-se o actual (no edifício da Resinagem), apesar das más condições e péssima localização)?
4) Há variantes ou não?
5) Que políticas para a cultura, educação, desporto, juventude e tempos livres?
6) Há transportes urbanos ou não?

As dúvidas são inúmeras. O Plano de Actividades e o Orçamento poderiam ajudar a esclarecer parte delas. Mas os documentos, pelos visto, tardam em aparecer.

quinta-feira, novembro 17, 2005

Aprensivo III


Alguém escreveu que ia haver mais títulos com a palavra “apreensivo” neste blog. Parece que não errou. Hoje, abri a “Tribuna”, folhei-a, e cheguei à página 12. No topo da página, um artigo intitulado “A ponta do iceberg”, assinado por Paulo Tojeira, chamou-me a atenção e deixou-me algo “apreensivo”. Não me interessa se a mobília que tinha sido encomendada pelo candidato do PS para o gabinete de presidente da Câmara custou mil contos (cinco mil euros). É só um pormenor. Os nossos ministros passam o tempo a fazê-lo. Agora, quando falamos em mentiras, o cenário é diferente. Em Junho, escrevi neste “blog” que o alargamento da zona industrial de Casal da Lebre foi um dos grandes fracassos dos 12 anos de “governação PS. Na época, a Câmara garantia que existia acordo com o Governo. Mas agora, cerca de cinco meses depois, a cor da autarquia mudou e a história também. Afinal, parece que não há “terrenos para o alargamento da zona industrial”, segundo o artigo acima referido. É verdade que a Câmara PS sempre disse que faltava o secretário de estado ratificar o protocolo. Uma coisa que, aparentemente, não foi conseguida em cinco meses. Estranho!
Mas ainda há mais. Parece que cerca de três anos depois de ter assumido com o Industrial Desportivo Vieirense o compromisso de comparticipar as infra-estruturas desportivas do clube, através de transferências mensais, o anterior presidente da Câmara, Álvaro Órfão, no último dia de mandato, decidiu enviar o processo para o Tribunal de Contas se pronunciar. Estranho, no mínimo. Só três anos depois se detectou uma irregularidade?
O texto ainda refere problemas com as Etar’s por falta de manutenção e o desaparecimento de computadores e pastas de alguns gabinetes.
Exigem-se explicações?

terça-feira, novembro 15, 2005

Precisa-se de matéria-prima para construir um País

Este texto é, pelo que me disseram, de Eduardo Prado Coelho e foi publicado no jornal “Pùblico”. Não fala sobre a Marinha Grande. Mas não somos assim tão diferentes dos outros portugueses. Talvez sejamos um pouco mais reivindicativos e mais empreendedores, porém, no essencial, não somos muito diferentes.

“A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier
depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é
o Sócrates. O problema está em nós. Nós como povo. Nós como matéria-prima de um país. Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro. Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.

Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos... e para eles mesmos. Pertenço a um país
onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não
pagar ou pagar menos impostos. Pertenço a um país onde a falta de pontualidade é um hábito. Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.
Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos.
Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.

Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é "muito chato ter que ler") e não há consciência nem memória política, histórica nem económica. Onde nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar a alguns.
Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser "compradas", sem se fazer qualquer exame.
Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está
sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar. Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão. Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.

Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito
para não ser multado. Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas. Não. Não. Não. Já basta.
Como "matéria-prima" de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que nosso país precisa. Esses defeitos,
essa "CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA" congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até converter-se em casos
escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente ruim,
porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não em outra parte...

Fico triste. Porque, ainda que Sócrates fosse embora hoje mesmo, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria-prima
defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada... Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá. Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não
serviu Cavaco, e nem serve Sócrates, nem servirá o que vier. Qual é a alternativa? Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e
por meio do terror? Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa "outra coisa" não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados....igualmente abusados!
É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação,
então tudo muda... Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um Messias.
Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer. Está muito claro... Somos nós que temos que mudar. Sim, creio
que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a nos acontecer: desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e francamente tolerantes com
o fracasso. É a indústria da desculpa e da estupidez.

Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável, não para castigá-lo, senão para exigir-lhe (sim, exigir-lhe) que melhore seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido. Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO. AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.
E você, o que pensa?.... MEDITE!

Eduardo Prado Coelho - in Público

quarta-feira, novembro 09, 2005

E NÓS? ESTARÁ TUDO BEM?

Tendo como pano de fundo a onda de violência que grassa em França, surgiu-me a dúvida, salvaguardadas as devidas distâncias, da real situação dos excluídos na Marinha Grande, que os há.

Basta estar minimamente atento às páginas dos jornais marinhenses para dar de caras com algumas situações de efectiva exclusão social sendo estas a ponta do iceberg.

Desde a situação carenciada de muitos idosos com reformas de miséria a quem o dinheiro não chega para comer, quanto mais ir ao médico e comprar a medicação.

Passando pelos toxicodependentes abandonados à sua sorte na Ivima, sendo a toxicodependência oficialmente reconhecida como uma doença então, em nome da dignidade da pessoa humana, temos o dever de lhes proporcionar ajuda e tratamento. Já agora, o CAT abre ou não? e quando?

Continuando pelas efectivas situações de maus tratos, desleixo e abandono com que os professores primários são confrontados relativamente às crianças que estão a seu cargo, no qual o expoente parece ser o bairro do Casal do Malta, muito há para relatar e onde intervir nesta cidade onde a primeira preocupação do presidente da câmara parecem ser os esgotos.

Estes são apenas três exemplos de algumas situações gritantes no nosso concelho, mais haverá concerteza. A exclusão social é tranversal à sociedade, é aqui que o nosso modelo de Estado Social faz a diferença relativamente a outros, agora que temos um novo executivo empossado vamos esperar para ver as medidas de intervenção social que irão ser tomadas... fico expectante.

quarta-feira, novembro 02, 2005

Os pelouros

O executivo camarário da Marinha Grande toma posse, hoje, no Salão Nobre da Câmara Municipal. Ainda há muita coisa a definir, mas há já pelouros atribuídos. Pela primeira vez na história recente do município, o vereador do PSD recebe pastas de grande importância e visibilidade. Aqui ficam os pelouros já definidos e os vereadores a quem vão ser atribuídos.

Barros Duarte, presidente (CDU) – coordenação geral, gestão financeira. gestão de pessoa, e representação externa

Alberto Cascalho, vice-presidente (CDU) – cultura, educação, desporto, desenvolvimento económico, urbanismo e obras particulares

João Pedrosa (CDU) – acção social e juventude

Artur Pereira (PSD) – obras públicas, transportes e comunicações

Consta que o pelouro dos cemitérios será atribuído ao PS, mas, como parece óbvio, os socialistas não vão aceitar.

sexta-feira, outubro 28, 2005

Sugestões para o edifício do mercado (antiga resinagem)

O novo presidente da Câmara da Marinha Grande, Barros Duarte, e Artur Pereira de Oliveira, do PSD, já fizeram diversas declarações públicas sobre o futuro do edifício da resinagem (onde está instalado o mercado municipal). O futuro do espaço é uma incógnita. Que tal darmos algumas sugestões?

quinta-feira, outubro 20, 2005

Apreensivo II


O Jornal da Marinha Grande, de hoje, dia 20 de Outubro, tem uma manchete preocupante. Lê-se: “Mercado fica na antiga resinagem”. É um erro. Um erro que se vai pagar caro no futuro. Não sou defensor do mercado construído ao lado do centro comercial Atrium. A rua das Portas Verdes não tem condições para a quantidade de tráfego que a localização de uma estrutura daquelas pode gerar. Mas deixar o mercado no edifício da antiga resinagem é “matar” o centro tradicional da Marinha Grande.
O projecto que a actual Câmara tem para aquele edifício histórico é interessante. Serviços públicos (Câmara e administração central), lojas, cinemas, espaço para artesãos, restaurante e esplanada são algumas das propostas. A estes somava mais um centro associativo e um pequeno espaço museológico onde se “contasse” a história da Marinha Grande, que serviria de complemento ao Museu do Vidro.
Parece-me que uma estrutura destas poderia “salvar” o centro tradicional. Manter o mercado no local só vai adiar a desertificação comercial da zona, mas não vai resolver o problema. É uma medida populista e que mostra uma visão curta.
Mais apreensivo fico, quando leio que se defende salas de cinema para o novo mercado, ao lado do centro comercial Atrium. Uma sala, talvez duas, é razoável. Mais do que este número é um problema grave. É mais um golpe no centro tradicional. Cinemas sim, mas no edifício da resinagem.

Nota de rodapé: é preciso acabar com a desinformação na questão do Parque da Cerca. O comunicado enviado ao Jornal da Marinha Grande por Barros Duarte e Artur Pereira de Oliveira revela pouco sentido de Estado. O que é grave. Há situações em que se deve reflectir e depois falar.

terça-feira, outubro 18, 2005

Regresso ao passado?

Ao folhear o "Região de Leiria" da semana passada, dou de caras com o futuro edil a dizer que iria apostar no aumento da cobertura do saneamento básico no concelho.

Aquele pequeno texto foi o suficiente para me deixar apreensivo, é que, se por um lado não posso deixar de concordar com aquele objectivo, por outro, face à complexidade dos desafios que se colocam à Marinha Grande, com especial incidência na área industrial, talvez fosse de esperar outro discurso, virado para o desenvolvimento económico entre outros.

Este discurso cheira-me a mofo, a velho, fazia todo o sentido na época pós 25 de Abril. Hoje, exige-se um discurso mais atento à Marinha Grande do século XXI e aos desafios que enfrenta.
Não posso deixar de concordar com os post´s anteriores, que questionam a capacidade do executivo camarário em lidar com o mundo actual e os seus desafios.

De que serve o saneamento básico se não se tem onde trabalhar?

quinta-feira, outubro 13, 2005

Vodka com Laranja

Trata-se de um termo que se usa nos raríssimos casos em que o compadrio, o favorecimento e a falta de vergonha falam mais alto. Fenómenos como este são tão vulgares como o eclipse total do sol, mas acontecem.
Na última festa do Avante, o candidato do PSD à câmara lisboeta apareceu sorridente pela mão do camarada António de Abreu, o mesmo Abreu que diz "Dá cá o meu" como gestor de uma empresa da autarquia da capital. Uma mão lava a outra, mas na Marinha, as mãos estão bem sujas. Nitratos, arsénico, chumbo, mercúrio que ficaram guardados do conhecimento público até oportunamente poderem ser usados, não contra o adversário mas a favor de um colega de equipa. O executivo camarário que agora começa, não sei se é mais amargo devido ao vodka marado, envelhecido em cascos de rolha, ou se são as gotas de laranja que o azedam. Fala-se de ressaca eleitoral, há quem tenha acordado no dia 10 com a boca a saber a papel de música. Para esses só tenho um conselho: Bebam água, muita água para poder engolir o sapo.

É preciso agir



O Ricardo colocou este comentário no post "Ressaca eleitoral". Parece-me que é mais útil aqui, onde está mais visível. Parece-me, igualmente, que o Ricardo está cheio de razão quando escreve: "Espero que sirva para mais do que um espaço para mandar criticas para o ar. Está na altura de analisarmos algumas ideias que foram lançadas e tentar viabilizá-las".

Aqui vai:

"Estas eleições acabaram por ter um final, para mim, estranho e surpreendente.A CDU ganha com uma votação massiva na freguesia da Marinha Grande, enquanto que o PS vence na Vieira e na Moita. A ilação que tiro deste resultado é que o marinhense votou mais no descontentamento do que propriamente numa alternativa viável. Confunde-se poder local com nacional e vota-se contra o PS por descontentamento do governo e do "estado das coisas".Agora pergunto: Terá a CDU capacidade para tocar a bola para a frente? Pelo que ouço dos mais antigos, competência e honestidade não faltam a Barros Duarte & Cia, mas saberão eles governar uma Marinha Grande que já não é a mesma que à 12 anos? Vejo pessoas no corpo eleito que por um lado conhecem a Marinha Grande melhor que ninguém, mas que por outro lado talvez pequem por falta de sentido de modernidade.E gestão financeira? Estarão à altura?Não estaremos nós perante um periodo de estagnação de 4 anos?Ainda por cima, como diz a Liliana, com os mandatos (e opiniões) divididos, parece-me que sim...

Agora quanto a este blog, Observador, espero que seja mais util que nunca. Espero que sirva para mais do que um espaço para mandar criticas para o ar. Está na altura de analisarmos algumas ideias que foram lançadas e tentar viabilizá-las. A Liliana e o Cão com Pulgas lançaram ideias sobre o aproveitamento das nossas matas, por exemplo, que podem passar por associações de pessoas movidas pela vontade de melhorar o nosso concelho. E quem fala das matas pode falar em actividades ligadas à cultura, desporto, cidadania, acções de sensibilização, etc...Juntos, podemos fazer melhor por nós.Espero que a CISCO seja o primeiro bom exemplo disto que falo.

Abraços".

Ricardo

segunda-feira, outubro 10, 2005

Ressaca eleitoral


Hoje é dia de ressaca eleitoral. Os vencedores recuperam da festa. Os vencidos perguntam porquê? Por mais justificações que possam ser dadas para os resultados no concelho da Marinha Grande, há uma certeza. Mais do que uma vitória da CDU, o que se passou ontem foi uma derrota do PS. O projecto dos socialistas até era bastante interessante, tal como o da CDU. A diferença esteve na humildade das campanhas e dos candidatos. Os 12 anos de “governação” tiraram ao PS a noção das necessidades da maioria o concelho. Os socialistas isolaram-se. Deixaram de sentir o pulsar da população, os seus anseios, as suas necessidades. Fizeram obra, sem dúvida, apesar de alguma ser questionável.
Aos vencedores, cabe agora fazer melhor e de forma menos distante que os seus antecessores. Mas não basta ouvir a população e tomar medidas populares. Há questões estruturais na Marinha Grande que têm de ser resolvidas. É preciso lançar as sementes mesmo que os resultados não se vejam ao final de quatro anos. No fundo, é preciso tomar decisões correctas.
Apesar de muitos apontarem do dedo a este “blog”, acusando-o de ser eleitoralista, o “Marinha Grande que Futuro?” mantém-se no espaço blogosférico. A ideia continua a ser a mesma: discutir o concelho. É um espaço para quem ama o concelho Marinha Grande e quer fazer dele um local melhor.
Todas as sugestões são válidas e bem-vindas.

sábado, outubro 08, 2005

sexta-feira, outubro 07, 2005

Um Apelo Na Palma...

Hoje há Jorge Palma.
Lançado na Marinha assim como que em estilo de último trunfo.
Gostava de ouvir somente a voz do artista.
Desejo que tudo se passe naturalmente, como um verdadeiro concerto.
Palma, público, e mais nada... É difícil.

Desejo que no futuro as coisas apareçam porque são boas e porque as pessoas gostam.
Não porque vai acontecer alguma coisa... Tipo uma festa, umas eleições.
Desejo que as pessoas sintam mais interesse em receber artistas.
Em ouvir, ver, ler e tentar compreender. Acredito que assim se aprende.
Gostava de conhecer mais coisas e mais pessoas,
E gostava que fosse aqui... na minha cidade.
Mas sempre as mesmas coisas, as mesmas palavras, a mesma cerveja, a mesma música.
E pronto... Cá vamos nós. E vamos porque sim... Não sei.

As campanhas eleitorais são tão más... Mesmo muito.

quinta-feira, outubro 06, 2005

Marinha Grande que futuro?

Com tanta e tão falada incompetência em Portugal, houve um gajo que hoje deu o exemplo.
Eram 7h00 da manhã já este gajo já tinha a mata a arder, isto é que é competência e pontualidade.
Havia de sufocar e rezar por uma árvore daquelas pra lhe dar oxigénio.
Dá que pensar: Se nós queimamos o nosso próprio território, se queimamos a nossa própria "casa", o que esperar? Confiança no futuro? Vou ali e já venho...
E isto nada tem a ver com politica.

Apreensivo


Acabei de ler uma notícia na “Tribuna da Marinha Grande” que me deixou triplamente preocupado. A peça jornalística fala numa alegada contaminação dos terrenos do Parque Urbano da Cerca com metais pesados, casos de chumbo e arsénio, um facto que me deixa apreensivo. A escolha do momento para tornar públicas as análises (a três dias da eleições), ainda mais quando a iniciativa partiu de um deputado municipal do PSD (Pedro Silva), também me deixa deveras preocupado. Mas a resposta da Câmara ainda me deixou mais apreensivo. A autarquia mostrou uma atitude de menosprezo pela situação, pelo menos a julgar pelo teor da escrita da jornalista, e limitou-se a dizer que “as questões colocadas estão inseridas no âmbito da campanha eleitoral da CDU.
O cenário é preocupante. Mesmo que os valores da presença de metais pesados referidos na notícia não sejam verdadeiros, o mal está feito. E o parque pode ficar às moscas. A próxima Câmara, seja ela PS, CDU, PSD, CDS ou BE, tem que realizar novas análises de uma forma independente e torná-las públicas. Caso os valores se confirmem, os responsáveis por esta negligência têm muito a explicar. Se o contrário acontecer, a administração da Mortensen, o seu advogado, e Pedro Silva devem ser responsabilizados pela mentira.

quarta-feira, setembro 28, 2005

nível?

qual nível?
para mim é revolução.
o cão não baixou o nível - teve piada que é diferente.
vamos todos ser respeitadores eloquentemente e "manter o respeito e a boa educação em todas as situações" ao som dum midi manhoso.
a música funcional irrita-me, os hinos e tudo.
no blog do Joao Paulo Pedrosa é aquilo, no site do CDS é isto.
a música e o seu uso devia de ser banida a alguns, devia haver uma licença tipo porte de arma.
senhora do guichet: "então você quer porte de música para compôr?"
candidato a porte de música: "não, para dar com a minha gravata"
gosto tanto dessa música, não tem em verde?
bah, música complementar.
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ainda vasculhando o site do CDS: o que é que quer dizer "Música e canções- Os sons universais"? esta frase então faz-me uma confusão terrífica.
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nisto viro-me para o site da CDU e mudo de tom. a certa altura espetam lá com um desmentido: "Prezamos a verdade e por isso não temos problemas em publicar o texto em que o Sr. Telmo Ferraz defende o seu bom nome." - somos uns gajos do caraças.

se eu fosse assessor de imprensa o meu slogan para oferecer os meus serviços seria: "SHIU | less is more - quanto mais se fala mais palavras saiem"

paz e assim...

Agradecia que o nível da discussão não descesse.

Agradecia que o nível da discussão não descesse. Afinal, há formas mais elevadas de criticar.

terça-feira, setembro 27, 2005

8ª Ideia: O CDS criar o seu próprio blog